Quatro razões que explicam por que está sempre com fome

Desidratação, ansiedade e stress podem justificar a necessidade constante de comer.

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Acaba de almoçar e já está com fome? Ora, não é o único. De acordo com a médica Viviane Christina de Oliveira, endocrinologista, em declarações à revista Exame, cada pessoa possui um organismo diferente, por isso é importante, antes de tudo, identificar os fatores que influenciam a vontade de comer.

“Se a pessoa se alimenta adequadamente, mastigou bem os alimentos, ou seja, não devorou a comida, não há motivos para ainda assim ter uma fome incontrolável. Se isto acontece, é porque algo se está a passar”, afirma Viviane.

Principais motivos para o Aumento do Apetite

Eis quatro razões que explicam por que está sempre com fome:

1. Está desidratado

A desidratação é muitas vezes interpretada como a sensação de fome, quando na verdade o corpo só necessita de líquidos. “A confusão dá-se no hipotálamo, a parte do cérebro que regula tanto o apetite como a sede. Se sente que comeu o suficiente e mesmo a sim comia mais qualquer coisa, então experimente beber um copo de água e esperar 15 a 20 minutos.

2. Exagerou no consumo de carboidratos simples

Carboidratos simples, presentes em doces e alimentos confecionados com farinha branca, aumentam o nível de açúcar no sangue muito rapidamente. O problema é que de seguida, esse nível diminui subitamente, já que o pâncreas aumenta a produção de insulina.

3. Está stressado e ansioso

O stress pode aumentar a fome. “Quando a pessoa está muito tensa, ocorre um aumento na produção de hormonas do stress: adrenalina e cortisol. Os níveis elevados dessas hormonas enganam o corpo, que por sua vez pensa que está a ser atacado, e então a fome aumenta” Segundo a médica, o stress também reduz os níveis de serotonina do cérebro, o que pode igualmente aumentar a fome.

4. Não come proteína suficiente

Comer proteína magra e gordura saudáveis traz mais saciedade. “As proteínas são os macronutrientes essenciais para a construção e reparação do corpo. A ingestão diária recomendada, no entanto, varia de acordo com estado físico e grau de atividade”, explica a médica

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